
Corvinho juvenil e nem um pouco inocente voltando a postar após breves discussões no post anterior.
A cada dia que passa eu penso mais nas merdas que acontecem no mundo e com a minha pessoa. Nesses momentos meu modo
Joseph Climber fica On e eu até me emociono *seca as lágrimas do olho pra não borrar a maquiagem viking*.
Ouvindo Courage do Manowar(farofa como diria
meu amigo que coloca seu tênis pra sair pra andar )agora só pra ser tr00 e discutindo com a namorada eu finalmente cheguei àquela hora que a pessoa cai de joelhos no chão, bate os punhos fechados no peito e grita em direção aos céus "FOOOOODEUUUUUUUUU BATMAAAAAAAAAAAAN!!!!!!!" >.<
Chega aquela hora que tu pede penico, bate no chão do ringue, o treinador joga a toalha e o desejo da luta acaba. Nessa hora me mate, não dá pra viver na desonra de desistir!
Viking que é viking grita "fodeu Batman", levanta a espada e sai correndo pra batalha mesmo que esteja em desvantagem infinita, ao menos morreu tentando.
Eu tentei várias vezes e por várias vezes caí e gritei até o Batman dizer "CALA A BOCA FILHO DA P***!!!" e vou continuar gritando toda vez que der merda.
Credo, comecei um post de fossa e to ficando levemente encorajador o.o
Manowar é farofa mas faz milagres.
Crianças nunca discutam quando suas avós mandarem vocês comerem muita farinha.
Passada a fossa-relâmpago vamos a um tema interessante (que eu vou pensar enquanto falo porque não planejei porra nenhuma).
Nos coments do post anterior a Juh fez a gentileza de dizer que eu só falo mas nunca fiz porra nenhuma pra mudar o mundo.
Muito bem, vamos fazer algo pra mudar o mundo!!!
Ela como pessoa de igreja (e ex-aluna do sagrada) deveria se lembrar dos dizeres "não vou lhe dar o peixe mas vou te ensinar a pescar" ou algo do gênero =D
Ia adiantar de que eu fazer isso? Ir pra cadeia como assassino, ferrar com a minha vida toda (e com as das pessoas ao meu redor) pra continuar a mesma desgraça (ou piorar).
Como diz o Lucas (que ela fez a gentileza de citar também) eu fico feliz em compartilhar minhas idéias com os outros e talvez mudar um pouquinho a cabeça de alguém, não totalmente, eu não quero cópias de mim, eu quero que a idéia passe adiante e vá se aprimorando.
Se isso não é fazer algo eu me pergunto "o que é?".
Você Juh também me criticou pelas músicas que eu escuto que me MANIPULAM! Não creio que me manipulem, mas assim como eu quero fazer com as minhas idéias, quem compõe tais músicas pretende o mesmo.
Exceto Cake, esses eu nunca vi mudar a vida de ninguém.
Se você vê filmes, entrevistas, textos e músicas criticando a situação governamental é porque o povo está insatisfeito e não pode ter uma vida de princesa que recebe todos os luxos (que muitas vezes você mesma não considera isso).
Agora juntando o negócio das músicas com a parte (que me toca) que eu não faço nada pra mudar, você como futura historiadora deveria se lembrar das aulas sobre ditadura militar e como os músicos escondiam mensagens de revolta nas músicas. Teve algum período de maior instisfação quanto à liberdade nessa terra pós proclamação república além do período ditatorial?
Eu pelo menos não me recordo.
Ah sim, agora você bateria na mesma tecla de que eu sou bêbado, não pago imposto, que eu não trabalho e por aí vai.
1-Não é por falta de vontade que eu não trabalho;
2- A pinga que eu tomo também tem imposto (se não tivesse eu beberia bem mais por mês);
3- Eu quando quero(por exemplo desde os 12 aos 14 anos enquanto você não se decidia se era paty ou gótica do Palladium) ou a situação aperta sou artesão, no caso também da classe proletária;
4- Imagina que eu arranjo um trabalho agora, mão de obra não especializada. Vou ser o que? Pedreiro?? Não consigo nem levantar meio metro de parede...
Outro quesito que me deixou embasbacado foi quando você disse que não estavam colocando armas na sua cabeça pra te fazerem pagar o dízimo. Aí entra a questão psicológica, certo Alendra?
Quem consegue acreditar num mundo de sonhos acredita nas palavras das
pessoas de bem como as do link aí.
Você realmente se superou nos comentários, tá de parabéns em todas as suas participações nesse blog. Só precisa aprender a fazer uma crítica às idéias sem partir pra ofensa pessoal. Perdeu uma belíssima oportunidade de ficar quieta.
A boa educação e a etiqueta me diriam pra manter-me calado e evitar desentendimentos mas como você me conhece há bastante tempo sabe que tem duas coisas que eu não tolero, grosserias e cebola na comida...
Agora citando novamente o Lucas (como você adora) "a alteridade disse que já vem..."
Agora citando você mesma que disse "infelizmente -ou felizmente- nós vivemos em sociedade" e tem uma coisa que nós aprendemos desde a infância que é crucial pra boa convivência, no caso, escutar as idéias dos outros, mesmo que você discorde e se tem alguma crítica se prenda à idéia e não à vida do autor.